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Como executar o Qwen Code no terminal e configurar o modo de edição

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Instalar o Qwen Code, iniciá-lo num projeto, ligar um modelo através da autenticação, modos Plan, Auto-Edit, Auto e YOLO, um modelo local e proteção do projeto.

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A pergunta costuma ser esta: como fazer com que o Qwen funcione corretamente na consola e escreva código por conta própria? Normalmente, por trás dela está uma desilusão: alguém instalou o Qwen Code, fez uma pergunta e recebeu como resposta texto e um pedaço de código que teve de copiar manualmente, apesar de lhe terem prometido um agente que entraria no projeto e faria tudo sozinho.

É exatamente isso que o Qwen Code é: um agente completo. Pode abrir e editar ficheiros e executar comandos por conta própria. O comportamento depende do modo de aprovação ativo: Ask Permissions pede confirmação, enquanto Auto-Edit e Auto permitem mais autonomia. Verifique a linha de estado em vez de assumir que um modo chamado Default é a escolha inicial. Para que trabalhe de forma autónoma, é preciso ativar o modo certo. Abaixo, por ordem: instalação, execução num projeto, ligação a um modelo após as alterações de abril e mudança para um modo em que o agente edita código sem fazer perguntas desnecessárias. Tudo foi verificado com base na documentação oficial do Qwen a 30 de agosto de 2026.

Recursos práticos sobre modelos e agentes: documentação do Ailoot.

O que significa «o Qwen Code escreve código por conta própria»?

Conclusão principal

O Qwen Code é um agente de IA no terminal. Lê todo o projeto, abre e edita ficheiros por conta própria, executa comandos e verifica os resultados. Um chat no navegador dá-lhe texto que tem de transferir manualmente. O agente trabalha diretamente na pasta do código. A descrição oficial é «an open-source AI coding agent that lives in your terminal».

A diferença é simples. Um chat no navegador responde a uma pergunta com texto. Lê a resposta, copia o código, cola-o no ficheiro, executa-o, deteta o erro e volta ao chat. É o mensageiro entre o chat e o projeto.

Um agente funciona de outra forma. Dá-lhe uma tarefa em linguagem corrente: «adiciona um formulário de feedback», «corrige este erro». Depois, analisa a estrutura do projeto, encontra os ficheiros relevantes, faz alterações e executa uma verificação. A documentação explica-o claramente: o agente cria um plano, escreve código e certifica-se de que funciona.

É daqui que vem a confusão na pergunta. «O Qwen não escreve código por conta própria» quase sempre significa uma de duas coisas: ou a pessoa tem um chat no navegador aberto em vez do agente de terminal, ou o agente está a funcionar, mas num modo em que pede autorização para cada alteração. O primeiro caso resolve-se instalando o Qwen Code; o segundo, mudando de modo. Ambos são explicados abaixo.

Como instalar o Qwen Code no terminal?

Conclusão principal

A instalação faz-se com um único comando. Em macOS e Linux, use o instalador oficial do Qwen ou o npm (é necessário Node.js 22 ou posterior). No Windows, use um comando no PowerShell. Depois da instalação, reinicie o terminal, caso contrário o comando qwen poderá não ser encontrado. A instalação é gratuita e igual para todos; os custos começam mais tarde, quando acede a um modelo.

A opção mais rápida é o instalador oficial, que seleciona automaticamente a versão adequada ao seu sistema.

Em macOS e Linux, abra o terminal e cole uma linha:

curl -fsSL https://qwen-code-assets.oss-cn-hangzhou.aliyuncs.com/installation/install-qwen-standalone.sh | bash

No Windows, faça o mesmo com este comando do PowerShell:

irm https://qwen-code-assets.oss-cn-hangzhou.aliyuncs.com/installation/install-qwen-standalone.ps1 | iex

A segunda opção é o npm, se já o tiver instalado. É necessário Node.js versão 22 ou posterior:

npm install -g @qwen-code/qwen-code@latest

Depois da instalação, reinicie o terminal. O instalador adiciona o comando qwen aos caminhos do sistema e o terminal não o reconhecerá até ser reiniciado. Esta é a razão mais comum para a mensagem «Instalei, mas não encontra o comando». Para verificar se tudo foi instalado, execute:

qwen --version

Se aparecer um número de versão, o agente está instalado e pronto para ser iniciado no seu projeto.

Como executar o Qwen Code no seu projeto?

Conclusão principal

Aceda à pasta do projeto com o comando cd e escreva qwen. Abre-se a interface de terminal do agente. Na primeira execução, ser-lhe-á pedido que ligue um modelo através do menu /auth. Depois, pode escrever tarefas em linguagem corrente: o agente irá analisar o projeto e começar a trabalhar. O essencial é iniciá-lo a partir da pasta do projeto, para que consiga ver todos os seus ficheiros.

Primeiro, aceda à pasta onde está o seu código. Isto é importante: o agente trabalha na pasta a partir da qual foi iniciado e só vê o respetivo conteúdo.

cd path-to-your-project
qwen

A interface do agente abre diretamente no terminal. Na primeira vez, irá propor a ligação a um modelo, tema da secção seguinte. Depois de ligar o modelo, pode dar uma tarefa ao agente em linguagem corrente para ver a que é que ele consegue aceder:

what does this project do?

O agente irá ler os ficheiros, compreender a estrutura e dar-lhe uma resposta útil. Depois, pode pedir-lhe que escreva e edite código: «adiciona um botão para terminar sessão», «divide este ficheiro em dois», «descobre porque é que o teste está a falhar». Encontra os locais relevantes e faz as alterações por si.

Também há uma segunda forma de o iniciar: com um único comando, sem a interface. É útil para scripts e tarefas automatizadas:

qwen -p "reread README and update the list of commands"

Executa a tarefa e termina, sem uma conversa. Não precisa disso para começar, mas é útil saber que existe para mais tarde.

Porque é que o agente está a funcionar, mas não faz nada por conta própria?

Conclusão principal

Se Ask Permissions estiver ativo, o Qwen Code espera pela sua confirmação antes de editar ou executar comandos. Além disso, tem de haver um modelo ligado antes de o agente poder fazer alterações: a Alibaba encerrou o acesso gratuito através de qwen.ai a 15 de abril de 2026 e, sem acesso a um modelo ligado, o agente simplesmente não consegue analisar uma tarefa. As duas razões mais comuns para «ficar simplesmente parado» são não ter nenhum modelo ligado ou estar ativo o modo cauteloso, que pede confirmação.

O primeiro obstáculo é o acesso ao modelo. O Qwen Code costumava oferecer acesso gratuito: iniciava sessão com uma conta qwen.ai e o agente funcionava sem cartão. Esse acesso chamava-se Qwen OAuth e foi descontinuado. A documentação de autorização diz-o diretamente: o nível gratuito Qwen OAuth foi descontinuado a 15 de abril de 2026; os inícios de sessão guardados anteriormente poderão continuar a funcionar durante algum tempo, mas o servidor rejeita novos pedidos. A opção «sign in with qwen.ai» também foi removida do menu.

Por isso, para o agente começar sequer a analisar uma tarefa, precisa de ter um modelo ligado. A secção seguinte apresenta as opções de ligação, pagas e locais gratuitas.

A segunda razão é menos evidente e mais frustrante. O modelo está ligado, o agente responde, mas não edita ficheiros: limita-se a mostrar o que tenciona fazer e espera. Esse comportamento é esperado em Ask Permissions, que pede confirmação antes de editar ou executar comandos; não prova um modo inicial universal. Para que trabalhe por conta própria, tem de mudar de modo. Isso é explicado duas secções mais abaixo, onde encontrará a resposta à pergunta inicial.

Como ligar um modelo agora que o acesso gratuito foi encerrado?

Conclusão principal

Na primeira execução, o comando /auth abre um menu com três opções. Alibaba ModelStudio é a opção oficial paga (os utilizadores individuais podem obter um Coding Plan com uma quota semanal). Os fornecedores terceiros ligam-se através de uma chave para DeepSeek, Kimi e outros. Custom Provider liga o seu próprio modelo ou um modelo local através de Ollama e ferramentas semelhantes. Só a última opção, um modelo local, funciona gratuitamente e sem cartão.

No agente, escreva o comando:

/auth

Abre-se um menu com três opções principais. Eis o que cada uma faz.

Alibaba ModelStudio é a opção oficial dos criadores do Qwen. Oferece um Coding Plan com preço fixo e quota semanal para um programador individual, um Token Plan com pagamento conforme o consumo para equipas e a possibilidade de ligar uma chave ModelStudio existente. É um acesso pago ao modelo «nativo» do Qwen.

Os fornecedores terceiros permitem-lhe escolher um fornecedor integrado e ligar-se com uma chave. A lista oficial inclui DeepSeek, Grok, MiniMax, Z.AI, Kimi, ModelScope e outros. Obtenha uma chave do fornecedor, introduza-a e o agente utilizará o modelo desse fornecedor.

Custom Provider liga o seu próprio servidor, proxy ou motor local. É aqui que liga um modelo executado no seu computador através do Ollama. Esta opção suporta os formatos OpenAI, Anthropic e Gemini, pelo que funciona com quase qualquer método de acesso.

Também pode introduzir manualmente a chave e as definições no ficheiro ~/.qwen/settings.json. Este contém o campo modelProviders (os modelos disponíveis), env (as próprias chaves), security.auth.selectedType (o protocolo a ativar no arranque) e model.name (o modelo predefinido). Depois, o qwen inicia com essas definições e não lhe pergunta nada. Para começar, é mais fácil usar /auth; pode voltar ao ficheiro quando quiser guardar todas as definições.

Para saber o que continuou gratuito depois de abril, consulte o artigo sobre o Qwen Code gratuito.

Que modo deve ativar para o agente editar código por conta própria?

Conclusão principal

A documentação dos cinco modos do Qwen Code identifica Auto como predefinição na referência rápida, mas a secção Ask Permissions ainda contém uma descrição inicial antiga. Esta página sem versão não estabelece a predefinição de todas as instalações: verifique o modo ativo na sessão. Auto usa um classificador para aprovar ou bloquear as ações avaliadas. Se quiser que edite ficheiros sem pedir autorização, use Auto-Edit. Se estiver disposto a deixá-lo editar ficheiros e executar comandos sem perguntar, use YOLO — mas apenas no seu próprio projeto e com cuidado. O modo é a opção entre «pergunta sobre tudo» e «trabalha por conta própria».

A ideia central é esta: o modo de acesso determina o grau de autonomia do agente. Há cinco modos, do mais cauteloso ao mais permissivo.

ModoEdita ficheirosExecuta comandosPara que serve
Plannão, só de leituranãoCompreender o projeto e criar um plano sem alterar nada
Ask Permissionscom confirmaçãocom confirmaçãoCódigo desconhecido ou importante, quando quer ver cada passo
Auto-Editpor conta própriacom confirmaçãoMuitas pequenas alterações, mantendo os comandos sob o seu controlo
Autocom base numa avaliação de segurançacom base numa avaliação de segurançaTrabalho prolongado e autónomo com salvaguardas
YOLOpor conta própriapor conta própriaO seu próprio projeto, no qual confia inteiramente no agente

Se o agente apenas lhe mostra as alterações e espera, provavelmente está no modo Ask Permissions (chamado Default nas versões mais antigas). Nesse caso, tem de confirmar manualmente cada alteração e comando, o que dá a sensação de que o agente não está a fazer nada por conta própria.

Para que edite ficheiros sem pedir autorização, mude para Auto-Edit. As alterações serão feitas automaticamente, mas o agente continuará a perguntar antes de executar comandos — uma salvaguarda sensata para evitar, por exemplo, executar rm no local errado.

Auto usa um avaliador interno para ações que precisam de avaliação. Escolha-o deliberadamente depois de verificar a versão instalada e o estado ativo; a palavra default mantida na configuração de Ask Permissions é um nome de compatibilidade, não prova de que seja o modo de arranque.

YOLO é o modo mais permissivo. O agente edita ficheiros e executa comandos por conta própria, sem perguntar nada. A documentação diz que só se destina a projetos pessoais de confiança e a fluxos de trabalho automatizados. É fácil obter um resultado indesejado num projeto de trabalho, por isso ative-o apenas com discernimento e, de preferência, numa cópia.

Como mudar de modo durante uma sessão?

Conclusão principal

Sem sair do agente, prima Shift+Tab (no Windows, Tab) para percorrer os modos: Plan, confirmações, alterações automáticas, Auto, YOLO e novamente Plan. O modo atual aparece na linha de estado, na parte inferior do ecrã. Um fluxo de trabalho útil é começar em Plan, rever a tarefa e depois mudar para Auto-Edit ou Auto e deixar o agente trabalhar.

Pode mudar de modo à medida que avança, mesmo a meio de uma tarefa. Prima Shift+Tab para avançar para o modo seguinte. No Windows, a tecla Tab normal faz o mesmo. A sequência é: Plan, confirmações, alterações automáticas, Auto, YOLO e novamente Plan.

O modo atual aparece sempre na linha de estado, na parte inferior da interface. Habitue-se a verificá-lo antes de dar uma tarefa grande ao agente, para não iniciar YOLO quando só queria consultar um plano.

Um fluxo de trabalho adequado a principiantes tem três passos:

  1. Inicie o agente no modo Plan e peça-lhe que analise a tarefa e proponha um plano. Não tocará em nada; limitar-se-á a ler o código e a descrever o que tenciona fazer.
  2. Leia o plano e, se concordar, mude para Auto-Edit ou Auto premindo Shift+Tab.
  3. Diga-lhe para avançar. O agente passará a editar ficheiros por conta própria enquanto acompanha os resultados.

Esta abordagem elimina o principal receio de quem está a começar: que o agente estrague tudo imediatamente. Primeiro, revê o plano num modo seguro e só depois o deixa avançar.

A abordagem completa ao vibe coding assenta no método; a ferramenta é secundária. Qwen, Claude, seja qual for — pode mudar o modelo que está por trás. Três bases ajudam a manter os resultados quando muda de modelo: um clone de IA, um Second Brain e engenharia de contexto. Em conjunto, produzem resultados previsíveis; a sorte de uma única tentativa não tem nada a ver com isso.

Um modelo local sem cartão

Conclusão principal

Sim, pode usar um modelo local. O Qwen Code pode trabalhar com um modelo executado diretamente no seu computador através do Ollama ou de um programa semelhante — basta ligá-lo no menu como Custom Provider. Não precisa da cloud da Alibaba. Os modelos abertos podem ser descarregados gratuitamente, não é necessário cartão e os dados do projeto não saem da sua máquina. A contrapartida é precisar de um computador potente; caso contrário, o agente pensará lentamente.

Instale um modelo aberto no seu computador através do Ollama ou do vLLM e, em seguida, ligue-o como Custom Provider no menu /auth. Depois disso, o agente usa um modelo na sua própria máquina em vez da cloud da Alibaba. Não precisa de cartão nem de chaves e não há limite de pedidos. Para ver que modelos abertos conseguem programar, consulte esta análise de modelos gratuitos para programação.

A contrapartida é o hardware. Um modelo que escreva código razoavelmente bem ocupa muita memória de vídeo. É viável num computador de jogos com uma placa gráfica potente, mas num portátil normal o modelo poderá não caber ou poderá demorar tanto a processar cada resposta que será mais fácil procurar outra opção.

Outra vantagem de executar o modelo localmente é a privacidade dos dados. Todo o seu código fica no computador; nada é enviado para o servidor de terceiros. Num projeto sensível, isso é mais importante do que poupar numa subscrição.

O que pode fazer para impedir que o agente estrague o projeto?

Conclusão principal

Três coisas. Mantenha o projeto sob controlo de versões com git para poder anular qualquer alteração do agente com um único comando. Comece as tarefas no modo Plan e leia o plano antes de deixar o agente avançar. Não ative YOLO num projeto de trabalho — reserve-o para cópias e pequenas experiências. Assim, a autonomia do agente joga a seu favor.

Um agente autónomo é prático desde que faça o que pretende. Para que um passo em falso não lhe saia caro, siga três hábitos.

Primeiro, use git. Se o projeto estiver sob controlo de versões, poderá ver todas as alterações do agente e anular qualquer uma delas. Sem git, um agente autónomo é realmente arriscado: altera alguma coisa e não há forma de restaurar a versão anterior. Com git, basta um comando curto para reverter.

Segundo, comece no modo Plan. Antes de confiar uma tarefa grande ao agente, peça-lhe que crie um plano num modo em que não tocará em nada. Leia-o e perceba o que o agente pretende fazer; depois, mude para um modo de edição.

Terceiro, tenha cuidado com YOLO. Neste modo, o agente executa comandos por conta própria, incluindo comandos que apagam ficheiros. É liberdade a mais para um projeto de trabalho. Reserve YOLO para cópias de rascunho e tarefas pequenas, nas quais não fará diferença se algo correr mal.

Estes três hábitos respondem ao principal receio: «Usei vibe coding e estraguei tudo.» Para saber mais sobre como reverter alterações em vibe coding, consulte esta análise independente. É sobre o Claude Code, mas o princípio de usar git é exatamente o mesmo.

Por onde deve começar para a sua tarefa?

Conclusão principal

Instale o Qwen Code, aceda à pasta do projeto, execute qwen e ligue um modelo através de /auth — pago ou local através do Ollama. Depois, comece no modo Plan, leia o plano, mude para Auto-Edit premindo Shift+Tab e deixe o agente trabalhar. Mantenha o projeto sob controlo de versões com git. A configuração inicial demora cerca de vinte minutos.

Eis todo o processo numa lista breve. Siga-a de cima para baixo:

  1. Instale o Qwen Code com um único comando e reinicie o terminal.
  2. Aceda à pasta do projeto com cd e execute qwen.
  3. Ligue um modelo através de /auth: um plano pago ou um modelo local através do Ollama, se não puder pagar com cartão.
  4. Dê uma tarefa ao agente no modo Plan e leia o plano.
  5. Mude para Auto-Edit ou Auto com Shift+Tab e deixe-o trabalhar.
  6. Mantenha o projeto sob controlo de versões com git para poder anular qualquer alteração.

Em suma, «o Qwen não escreve código por conta própria» quase sempre significa que não há nenhum modelo ligado ou que o agente está no modo de confirmação. Resolva o primeiro problema no menu /auth e o segundo premindo Shift+Tab até chegar a Auto-Edit. Depois disso, o agente trabalha mesmo por conta própria no terminal.

Se quiser comparar o Qwen com outros agentes para a sua tarefa, consulte esta análise de alternativas ao Claude Code. O Qwen aparece ao lado dos outros, para que possa perceber qual é o mais adequado a cada caso.

Fontes

A abordagem completa ao vibe coding assenta no método, deixando o agente específico em segundo plano: um clone de IA mais um Second Brain mais engenharia de contexto. Pode mudar a ferramenta que está por trás; o método mantém-se. Recursos práticos: documentação do Ailoot.

Mais recursos e ferramentas: Ailoot.

Mais detalhes

Perguntas frequentes

Porque apresenta o Qwen Code alterações propostas e fica à espera?

Verifique o modo ativo na linha de estado. Ask Permissions espera confirmação; Plan destina-se à análise. Auto-Edit permite edições mantendo a aprovação de comandos, e o acesso a um modelo também tem de estar configurado.

Um modo chamado Default prova como arranca uma instalação nova?

Não. O nome antigo Default mantém-se por compatibilidade com Ask Permissions, enquanto a referência rápida da documentação identifica Auto como predefinição. Inspecione a versão instalada e o modo ativo, em vez de o inferir pelo nome.

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